A obra chama-se "Nº12" e é uma crítica feroz à homogeneidade galopante dos orgãos de comunicação social, que afastam os leitores da verdade, em nome de obscuros interesses económicos e financeiros, traduzida numa introspecção metafórica vivida pelo autor, Jackson Pollock, numa fase obscura da sua obra, só agora trazida a público pelo famoso crítico Edward Barton num artigo da New Art Simposium de S.Francisco.
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