A obra chama-se "1958#4" e traduz o horror de todos os Holocaustos, a desumanização provocada pela impossibilidade de uma rotura consciente da fronteira do ser.É do neo-relativista francês Jean Pascal Channot e foi apresentada pela primeira vez pelo crítico Yu Sen no seu polémico artigo "...e o retorno da arte pela arte" na revista Deutsche Kunst.
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