Refer quer abertura de inquérito sobre director indemnizado
A Refer quer que o ministério dos Transportes abra um inquérito sobre o caso do director que saiu da empresa com uma recompensa de 210 mil euros, sendo depois contratado por outra do grupo CP. Miguel Relvas, do PSD, já pediu esclarecimentos a Mário Lino sobre este caso.
( 14:47 / 15 de Fevereiro 07 )
A Refer anunciou que pediu ao ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações a abertura de um inquérito ao caso do director que saiu da empresa com uma indemnização 210 mil euros, para ser contratado por outra do grupo CP.
Num comunicado divulgado esta quinta-feira, a Rede Ferroviária Nacional (Refer), informa que quer que seja realizada uma apreciação rigorosa de todos os procedimentos quanto a este caso.
A situação de Manuel Lopes Marques, que saiu da empresa em Junho de 2006 a seu pedido, recebendo uma indemnização de 210 mil euros correspondentes a 35 anos de trabalho, foi confirmada pela porta-voz da Refer, Rui Reis, na edição do Correio da Manhã desta quinta-feira.
A mesma notícia, que faz manchete no jornal diário, avança que o ex-director-geral de exploração e conservação da Refer foi contratado, no último trimestre do ano passado, para assessor do conselho de administração da Rede Ferroviária de Alta Velocidade (Rave), outra empresa do grupo CP, com um vencimento mensal de 5.050 euros.
No mesmo comunicado, a Refer declarou que a notícia em causa apresenta «grosseiras confusões», como referências erradas à estrutura da empresa e falta rigor e correcção nas menções à revogação do contrato de trabalho.
Entretanto, o deputado do PSD Miguel Relvas solicitou ao ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações esclarecimentos sobre este caso, através de um requerimento enviado ao presidente da Assembleia da República, onde salienta que estão em causa duas empresas que são entidades públicas.
No requerimento, o deputado social-democrata que é também presidente da comissão parlamentar de Obras Públicas, questiona Mário Lino acerca da sua posição sobre a matéria, se tinha conhecimento da mesma e que medida «já tomou ou pretende tomar» para resolver a situação.
Esta é mais uma entre tantas das medidas de gestão danosa da CP, REFER e RAVE que prejudicam o Estado , o Púbico e a Economia Nacional.
O que espera o Governo para voltar agrupar as empresas. para que a divisão não se preste a "passa-culpas" e a golpadas administrativas , despedindo todos os Administradores com justa causa e fazendo um saneamento total das várias empresas onde o regabofe continua, pago por todos os portugueses e para lucro de alguns????
1 comentário:
enganei-me no cargo e no local de trabalho... ninguém me oferece coisas destas, bolas!
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