Nesse discurso reaccionariamente bafiento o que diz Barreto tão sublimemente ao povo? Que é tempo de criar laços de afectividade entre patrões e empregados, de fomentar uma “comunidade de cooperação”, enfim, tempo de aceitar o ataque concertado ao trabalho com factor de produção como se não via há mais de cem anos. É esta a modernidade de Barreto e por ela se avalia o que pretende para a juventude, o que realmente quer quando defende a revisão da Constituição ou propõe a reforma do sistema político por ele considerado obsoleto e confuso.
É esta medíocre intelectualidade portuguesa, de que Barreto é um dos exemplares mais exibidos, que condena este país ao atraso, à dependência e ao fracasso.
do Blog POLITEIA
do Blog POLITEIA
Sem comentários:
Enviar um comentário