terça-feira, janeiro 28, 2014

VIAGEM À NOVA ZELÂNDIA-3






A CAMINHO DE ROTORUA


KIA ORA Amigos!

Deixámos Auckland e viajámos de autocarro até Rotorua, ainda na parte norte da ilha do Norte. Vou mostrar-vos, pela primeira vez, as belíssimas paisagens da Nova Zelândia que nos acompanharam durante quase toda a viagem e que a tornaram num inesquecível prazer.

Vejamos o trajecto



Do hotel, as últimas imagens de Auckland, dedicadas a mim e aos companheiros de viagem
que trabalham ou trabalharam em telecomunicações. Antenas no telhado (abóboras teria sido mais interessante)
e uma visão, ao longe, das casinhas, que se estendem muito para além do horizonte e de algumas das novas torres habitacionais que começaram a romper na periferia do centro da cidade!





Na saída da cidade, como em todas as cidades, o trânsito e os engarrafamentos. É o inevitável resultado do progresso!





E iniciámos, finalmente, o nosso percurso pelo belo campo neozelandês!



Muitas das fotos que vos apresento foram conseguidas a partir do interior do autocarro em andamento, através das janelas fechadas.
Não era obviamente possível dizer ao motorista, a todo o momento, que parasse porque as belas paisagens estavam sempre desfilar perante  os nossos olhos. Se as fotos não estiverem boas a culpa não é minha…é do motorista que não parou  (é sempre bom encontrar um culpado!!)

Deixemo-nos de desculpas parvas e sem mais conversa aqui vão as fotos, das paisagens ou apenas de belas árvores, que fui conseguindo . Espero que gostem!






















Como poderão ver no mapa, fizemos um pequeno desvio na estada para Rotorua por duas razões, digo-vos agora,
para irmos almoçar e para visitar uma gruta com pirilampos(?)

as Waitomo Glowworm Caves


Comecemos pelos pirilampos

O local denominava-se “Glouwworm  Caves” ou seja “Grutas dos Pirilampos” em Waitomo, perto da povoação de Otorahanga, assinalada no primeiro mapa deste mail!


Não era permitido tirar fotos dentro das grutas, o que eu cumpri escrupulosamente, mas tirei fotos à curiosa estrutura da entrada das grutas e à “floresta primitiva que circundava o local, tão diferente das paisagens que vínhamos atravessando.



As fotos seguintes foram retiradas da net!


A entrada nas caves




a primeira gruta e o rio Waitomo no seu percurso subterrâneo na gruta mais profunda, onde, em plena escuridão, navegámos.




a luminosidade das grutas , os “turistas” percorrendo a gruta e os filamentos caça insectos !


Os pirilampos nem sequer são parentes dos nossos pirilampos . Vivem em grutas em vários pontos da Nova Zelândia



As larvas, presas aos tectos, desenvolvem filamentos luminosos que servem para caçar insectos. Os insectos ficam presos no muco pegajoso desses filamentos. Os pirilampos adultos, que parecem pequenos mosquitos, praticamente não voam e têm uma vida curta (muito chata mesmo diga-se de passagem).

Consultar para informações mais detalhadas sobre as grutas e sobre a estranha existência  dos pirilampos neozelandeses,
se ainda tiverem pachorra para tanto:




À saída das grutas a luxuriante vegetação que as rodeia ( fotos de Iphone)





E agora a caminho do almoço. Um “opíparo” almoço servido no restaurante de uma quinta, com uma importante componente turística, a “Roselands”, tendo por base um naco de uma superexcelente carne , grelhada à nossa vista.









e logo a seguir ao excelente almoço uma excelente sessão fotográfica (perdoe-se-me a imodéstia) nos jardins da Roselands e
em volta, até onde a vista alcançou!!!

Ora vejamos
















despedimo-nos da Rosenlands de olhar cheio
cumprimentando este amigo de fatiota de angorá e saudando a bandeira!




e continuamos estrada fora a caminho de Rotorua













E eis-nos chegados ao lago, mesmo no centro de ROTORUA



fazendo votos para que tenham gostado do passeio!


Estas e outras fotos de paisagens neozelandesas que fomos fotografando
estão disponíveis com possibilidade de “slide show” em


e no Facebook em Joaquim Castilho


Adeus.. até ao meu regresso!

e como sempre


e um abraço


J

1 comentário:

jrd disse...

Mantenho o mesmo registo do comentário anterior.
Trata-se de um documento notável que merece parabéns.

Abraço